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25 de setembro de 2014

Adeus Aberlado da Hora

Faço a minha arte respondendo a uma necessidade vital. Como quem ama ou sofre, se alegra ou se revolta, aprova ou denuncia e verbera. Fruto das coisas que a vida ensina...
Faleceu o escultor Aberlardo da Hora, escultor, desenhista, gravador e ceramista, Abelardo da Hora nasceu em 1924, na Usina Tiúma, em São Lourenço da Mata, Pernambuco.

Fez curso de Artes Decorativas no Colégio Industrial Prof. Agamenon Magalhães, Curso Livre de Escultura na Escola de Belas Artes de Pernambuco e Curso de Bacharelado em Direito na Faculdade de Direito de Olinda.

A sua obra é muito extensa e muitas delas podem ser vistas em vários locais públicos e prédios do Recife como, Joaquim Nabuco e a Abolição da Escravatura, painel de azulejo no Edf. Joaquim Nabuco, na Praça Joaquim Nabuco; Monumento à Restauração Pernambucana, na Praça Sérgio Loreto; O Pescador, no Banco Itaú do Parnamirim; Monumento à Convenção de Beberibe, na Praça da Convenção; Monumento à juventude na Universidade Católica de Pernambuco; Mulher deitada, no parque de esculturas do Shopping Center Recife; Mulher sereia, no Mar Hotel, além de várias outras colocadas em diversos prédios residenciais.


Mais informações na Enciclopédia do Nordeste e Leia Já especial Abelardo da Hora.




5 de março de 2012

125º aniversário de Villa-Lobos

Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil, compondo obras que enaltecem o espírito nacionalista, ao qual incorpora elementos das canções folclóricas, populares e indígenas.

As primeiras composições de Villa-Lobos trazem a marca dos estilos europeus da virada do século XIX para o século XX, sendo influenciado principalmente por Wagner, Puccini, pelo alto romantismo francês da escola de Frank e logo depois pelos impressionistas. Teve aulas com Frederico Nascimento e Francisco Braga.

Nas Danças características africanas (1914), entretanto, começou a repudiar os moldes europeus e a descobrir uma linguagem própria, que viria a se firmar nos bailados Amazonas e Uirapuru (1917). O compositor chega à década de 1920 perfeitamente senhor de seus recursos artísticos, revelados em obras como a Prole do Bebê para piano, ou o Noneto (1923). Violentamente atacado pela crítica especializada da época, viajou para a Europa em 1923 com o apoio do mecenas Carlos Guinle e, em Paris, tomou contato com toda a vanguarda musical da época. Depois de uma segunda permanência na capital francesa (1927-1930), voltou ao Brasil a tempo de engajar-se nas novas realidades produzidas pela Revolução de 1930.

Apoiado pelo Estado Novo, Villa-Lobos desenvolveu amplo projeto educacional, em que teve papel de destaque o Canto Orfeônico, e que resultou na compilação do Guia prático (temas populares harmonizados).

Conheça mais um pouco:
 

Fonte: Wikipédia

13 de fevereiro de 2012

Anonymous

É uma pergunta natural e que se repete muito. Natural pois somos treinados e doutrinados desde a infância a, quando aderimos a uma idéia, procuramos a organização ligada, nos afiliamos e esperamos orientação e ordens do que e como fazer e isso não é encontrado aqui.

Por esse motivo decidí escrever esse post como um tira-dúvidas e também uma orientação inicial para quem está em contato com a idéia Anonymous e não sabe bem o que fazer.

Acho que o primeiro ponto importante é definir o que o Anonymous NÃO é:

O que a Anonymous NÃO é:

NÃO somos um grupo;
NÃO somos uma organização;
NÃO somos um partido e não aceitamos nenhum tipo de apoio por parte de partidos políticos, bem como não apoiamos nenhum;
NÃO temos líderes, porta-vozes ou representantes de nenhum tipo;
NÃO existe hierarquia de nenhuma natureza dentro da Anonymous;

Como me torno um Anon?
Você já é um anon. O que define um anon é entender e saber que existe algo de muito errado com o mundo, estar cansado de assistir calado tanta injustiça, mentira, abuso e impunidade e o mais importante, estar disposto a fazer algo para mudar essa realidade.
Não se "afilia" à Anonymous, ninguém pode ou quer dizer a você se e quando você é um de nós, quando você preenche os pré-requisitos acima de um cidadão ativo você já é um anon ou sempre foi, sabendo disso ou não.

Abaixo segue um vídeo primoroso e claríssimo sobre o que é ser um anon. O autor do vídeo é o dono de um canal de ateísmo, mas que fique claro desde já... Anonymous não tem e não apoia ou reprova nenhum tipo de religião, liberdade é algo puro e que defendemos e liberdade de culto ou não culto não é diferente:




Partindo para ação:
Cada anon tem sua própria aptidão e disponibilidade e isso deve ser sempre valorizado, seja você um hacker, seja um ativista, divulgador, estudioso ou qualquer outra capacidade que possa ajudar.

Não se deixe levar por pessoas que não compreendem o trabalho em grupo e menosprezam ações simples como usar um avatar com a máscara e postar em redes sociais as notícias, denúncias e opiniões sobre o plano, toda a ação é valida e ao contrário do que possam dizer, é de ações simples e desprezadas como essas que chegamos onde estamos e vamos avançar muito mais.

Dicas importantes:

  1. Filtre informações: Quando souber de algo significativo por fontes "oficiais" (TV, imprensa comum como A Folha, etc..) desconfie sempre e procure fontes alternativas.
  2. Não acredite na opinião pública que parece existir nessas mídias. TODOS os sites da grande mídia, filtra e seleciona os comentários de leitores, deixando no ar apenas o que querem que você acredite.
  3. Nunca deixe de estudar e pesquisar. Uma das receitas para destruir o sistema é saber como ele funciona e se livrar das mentiras que te contaram a vida toda.
  4. Se é do hackerativismo, jamais ataque sem uma boa justificativa e motivação. Defendemos a verdade e a liberdade de informação e expressão, sendo assim, por mais que uma mídia minta, cabe a nós denuncia-la mas JAMAIS censura-la.
  5. Mídias Sociais (Facebook, twitter, orkut, etc), são canais de informação, divulgação e contato. Logo, não só não acredite em pseudos ataques a essas redes, como também não tente faze-lo. Destruir ferramentas que são vitais para nós mesmo não faz sentido e muito menos ajuda.
  6. NUNCA se esqueça que menos de 30% da população brasileira tem acesso a internet. Isso significa que mesmo que nossa popularidade e divulgação na rede fosse 100% efetiva e produtiva, o que não é, ainda assim 70% da população brasileira não saberia de nada. É nosso dever como cidadãos e como anons levar essas informações e denúncias ao maior número possível de pessoas fora da rede.
Somos Anonymous
Somos Legião
Não esquecemos
Não perdoamos
Aguarde-nos 

10 Dicas para apresentar seminário

Olá crianças!

Eu não consegui copiar o texto da página, mas aí vai o link para vocês:

http://www.posgraduando.com/guia/dez-sugestoes-para-sua-apresentacao-de-seminario

22 de setembro de 2011

Superação - Marcela

Marcela antes do acidente
Olá Crianças!

Esta é uma pequena história real de superação e força de vontade. Ajuda-nos a lembrar o quanto é preciso não desistir nunca. E que mesmo os maiores desafios podem ser derrubados.

Vejam o vídeo sobre a Marcela Marzocchi, dona do blog Porque não dancei:


20 de setembro de 2011

Bienal do Livro PE 2011

Olá Crianças!
Aí vão alguns destaques da programação da Bienal. Nos vemos lá!

23/09
16:00  - “Tecidos de vozes: questões indígenas” – Karina Calado conversa com Graça Graúna (no Círculo das Ideias).

16:00 - UNICAP: “Literatura como construção de novos humanismos”, com Elizabeth Siqueira, Fabiana Câmara Furtado e Haidée Camelo Fonseca (no Auditório Brum).

16:00 - Seminário de Tropicologia da Academia Pernambucana de Letras (no Auditório Ribeira).

17:00 - Zeca Baleiro conversa com Marcelo Pereira (no Círculo das Ideias).

18:00 - Palestra de Laurentino Gomes (no Círculo das Ideias).

18:00 - Cine SESC (no Auditório Ribeira).

20:00 - UNICAP: “Arfando sob o espartilho: direito e sexualidade feminina na literatura do século XIX”, com Andrea Almeida Campos e Ana Lúcia Francisca ( no Auditório Brum).


24/09
11:00 - UNICAP: “Lavoura arcaica: o filho pródigo na obra de Raduan Nassar”, com o Prof. Dr. Cláudio Vianney Malzoni ( no Auditório Brum).

14:00 - Oficina Livro na Hora (no REleituras).

15:00 - Painel sobre Literatura de Cordel, com Maria Alice Amorim e Arnaldo Saraiva (no Café Cultural)

15:30 - Biblioteca Pública do Estado – Sarau Lítero-Musical: “O Poeta e o Historiador da Liberdade: Mauro Mota e Amaro Quintas” (no Círculo das Ideias).

16:00 - “Politicamente incorreto é o escambau” – com Leandro Norloch e Duda Teixeira (no Café Cultural).

18:00 - Conversa com Thalita Rebouças (no Círculo das Ideias).

25/09
11:00 - “Literatura Africana em Língua Portuguesa”, com Kleyton Pereira, Joelma
Gomes dos Santos e Zuleide Duarte (no Café Cultural).

15:00 - Apresentação do Baile dos Seres Imaginários (no REleitura)

16:00 - Painel: “Mauro e Cabral: poesia e memória”, com Inez Cabral de Melo, Roberto Mota e Lucila Nogueira (no Círculo das Ideias).

18:00 - “Livros, adolescentes e outros monstros”, com Cláudia Felício e Cícero Belmar (no Círculo das Ideias).

18:00 - Cine SESC (no Auditório Ribeira).

20:00 - Painel sobre edições independentes: “Independência ou”, com Marcelino Freire, Allan da Rosa e Fábio Andrade (no Círculo das Ideias).

29/09
15:00 - Projeto ciclos: música, cidadania e espiritualidade, com Silvério Pessoa (PE) – (no Brum).

17:00 - “O mundo encantado de Elita Ferreira”, com Liliane Jamir, Haydée Camelo (UNICAP) e Inêz Koury (Bagaço) – (no Café Cultural)

19:00 - Leitura Dramatizada do Teatro Atriz Virgínia Brasil: “Monólogo a
Mediocridade”, de Adriano Marcena (no Brum).

30/09
10:00 - I Encontro de Protagonismo Juvenil Damas – Debate: “Harry Potter: um conto de fadas moderno” (no Ribeira)

17:00 - “Poesia, essa estranha conhecida”, com Eucanaã Ferraz e Artur de Ataíde (no Círculo das Ideias).

20:00 - “Herberto Helder e Carlos de Oliveira: dois modelos de cidadania?” – Palestra de Maria Estela Guedes, com a mediação de Bruno Piffardini (no Círculo das Ideias).

20:00 -  I Encontro de Protagonismo Juvenil Damas – Momento artístico, com a equipe de ginástica rítmica (no Ribeira).

02/10
18:00 - Contação de Histórias e Baile dos Seres Iluminados (no REleituras).

16 de agosto de 2011

Música da Boa




Gilberto Gil. Adoro essa música do Djavan, mas com Gil ficou oooooutra coisa!

19 de julho de 2011

Dia mundial do Rock

Não precisa falar nada! Eles são os Stones. Só.


21 de junho de 2011

Música da Boa


É Beatles. Dispensa comentários ou apresentações.



2 de junho de 2011

Aprenda a estudar

Com a alta concorrência no mercado, podem flatar dinheiro e tempo para fazer cursos, mas sobram cobranças das empresas para que os profissionais estejam sempre atualizados. No aparente beco sem saída, há uma solução: tomar a iniciativa de estudar por conta própria, nas horas vagas. 

Ë possível apredender sozinho sobre qualquer assunto, e o segredo, segundo especialistas, não está na quantidade de aulas ou no acompanhamento, mas na forma de estudar, o que exige técnica, curiosidade e, claro, disposição. 


O primeiro passo para aprender com eficiência é identificar, na sua rotina, onde existe desperdício ou economia de tempo.
"Basta somar 20 minutos diários de leitura 


1 - Encontre tempo
O estudo eficiente exige disponibilidade de tempo e regularidade. Se você é um da- queles que "não têm tempo para nada", comece esquematizando e planejando suas tarefas semanais. Minutos gastos todos os dias no trânsito, numa fila  ou  transporte coletivo são valiosos quando somados.

2 - Administre a agenda
Monte uma planilha com as atividades da semana por dia, para verificar se não está gastando tempo demais com tarefas irrelevantes ou pouco tempo  com  tarefas  es- senciais.

3 - Organize um local para estudar
Por maior que seja o seu poder de concentração, o barulho impede que  haja 100% de aproveitamento numa leitura ou na memorização. Por isso é importante escolher um local arejado, bem iluminado e silencioso.

4 - O isolamento é essencial
Para estudar sozinho de forma eficiente, avise os amigos e os familiares de que, pe- lo menos por alguns minutos, você terá de se isolar. Interrupções constantes  prejudicam o aprendizado.

5 - Saiba motivar-se constantemente
Ao contrário da infância, quando se é estimulado pela família e  pelos professores a aprender, na idade adulta é preciso cuidar da automotivação, assumindo a  respon- sabilidade pela qualidade do seu aprendizado.

 
6 - Faça um planejamento do aprendizado
Estabeleça prioridades e planeje as estratégias para alcançar o seu objetivo, que  é adquirir determinado conhecimento. Isso inclui assimilar, organizar as idéias na men- te e saber expressá-las de forma opinativa.

7 - Anote sempre
Fazer apontamento é uma estratégia que pode ajudar a agilizar o aprendizado e até uma revisão. Não é necessário um grande detalhamento, só um  lembrete  rápido  e resumido sobre determinado tópico. 



 
Consultores e professores - Folha de São Paulo - 30 de abril de 2000 - p 5-16

31 de maio de 2011

Dicas para ler melhor

Ler não é um ato mecânico, pelo contrário, deve ser um ato prazeroso completamente desligado da idéia de obrigatoriedade. Não é fácil gostar de ler. Quem não adquiriu o hábito durante a infância dificilmente se encantará a cada vez que entrar em uma livraria. No entanto, muitos já perceberam que ler é essencial para se conseguir algo nesta vida.

Se você não gosta de ler, mas ao menos gostaria de gostar, aqui vão dicas que podem ajudar-lhe a se entusiasmar – ou pelo menos a suportar a relação entre você e os livros. Primeiramente é importante ter a consciência de que saber ler não significa saber compreender e este é um problema sério em nosso país. Pelo menos 38% dos brasileiros têm dificuldade em interpretar aquilo que lê. Isto é grave e deve ser combatido. Como? Com esforço próprio.

A compreensão depende muito da bagagem cultural do indivíduo e é por este motivo que a maioria dos livros indica a faixa etária ideal para lê-los. Se você ainda é jovem, em torno dos 13 anos, procure livros que tenham a ver com você. Ler Machado de Assis nesta época não vai ajudá-lo a gostar deste grande nome da literatura brasileira. Cada coisa a seu tempo. Para gostar de ler é preciso ler aquilo que lhe dá prazer, mesmo que isto seja um gibi!

Para criar o hábito da leitura, reserve um tempo do seu dia para praticar. Para que isto dê certo é preciso ser rigoroso, nada de dizer “ah, eu leio amanhã”. Lendo todos os dias o ato passará a ser corriqueiro e com o tempo se tornará um hábito inadiável. O ato de ler pode ser encarado como um ritual: procure um local tranqüilo, confortável e bem iluminado. Separe algo para beber e fique confortável (debaixo de uma mantinha quente ou de ar condicionado bem potente). Se você passar a ler em condições impróprias, o ato de ler pode ser associado à idéia de desconforto e aí “tchau” hábito da leitura.

Na ânsia de atingir o objetivo você pode acreditar que ler vários livros ao mesmo tempo pode ajudá-lo. Ledo engano. Um livro por vez é o indicado. Curta a história, entregue-se aos pensamentos e aproveite este momento (já ouviu dizer que ler é uma “viagem”?). Preocupe-se em manter um dicionário por perto, para poder consultar todas as palavras que não fazem sentido para você. Fazendo isto, além de compreender o que está lendo, a expressão passará a fazer parte do seu vocabulário.

Escreve bem quem lê muito e escreve melhor quem lê e escreve muito. Assim como o esporte, a leitura e a escrita devem ser exercitados. Quanto antes você começar, mais rápido atingirá o seu objetivo e lembre-se: o vestibular vem aí. Você está preparado para a redação?

Por Marla Rodrigues
Equipe Brasil Escola

24 de maio de 2011

It's Fun Time - Desmotivando

Só pra desmotivar vocês...
(clique para ampliar)











Bob Dylan 70 anos

Bob Dylan, com uma carreira tão produtiva e polêmica como reservada perante a imprensa, completa 70 anos nesta terça-feira (24) considerado por muitos como um autêntico gênio revolucionário.

Batizado como Robert Allen Zimmerman, o artista é um símbolo da contracultura americana desde o início da década de 1960, quando seu repertório como cantor encontrou espaço nas reivindicações de uma sociedade que fervia pela Guerra do Vietnã enquanto se unia na luta pelos direitos civis.

"Não sou um salvador ou um profeta", declarou em 2004 em sua primeira entrevista televisiva em quase 20 anos. "Minhas canções não são sermões e não considero que haja nada nelas que diga que sou um porta-voz de algo ou de alguém", argumentou, ao tentar diminuir o valor de suas composições míticas como as incendiárias e comprometidas "Like a Rolling Stone", "Blowin' In The Wind" e "The Times They Are A-Changin".

Na sua opinião, tais canções só tentavam modelar a realidade que via passar perante seus olhos como bom artista folk, cujas letras continuam vigentes e passam de geração em geração.

É um dos músicos mais influentes da história, capaz de usar as letras para expiar seus próprios pecados e transformá-los em prosa, seja pela veia pop, rock, country ou folk, enquanto deixa escapar seus lamentos por essa garganta que pode parecer rouca por alguns momentos, mas sempre amaciada por sua inseparável gaita.
Retirado de UOL Música

Curta uma músca:


Esta é tão antológica, que foi regravada por todo mundo



Esta, teve um apelo humanístico e social, por defender a inocência 
de Rubin "Hurricane" Carter (veja o filme Hurricane)

16 de maio de 2011

Aula-espetáculo de Antonio Nóbrega

O erudito e o popular, o feminino e o masculino, o conceito e a emoção caminham juntos em Mátria: Uma Outra Linha de Tempo Cultural, aula-espetáculo do músico e dançarino Antonio Nóbrega. O evento faz parte do Rumos Educação, Cultura e Arte e será apresentado em várias cidades do país, como parte de divulgação do novo edital do programa.

No dia 3 de maio, a parada é o Teatro Álvaro de Carvalho, em Florianópolis, Santa Catarina, às 20h. Nóbrega traz, por um lado, considerações sobre duas linhas culturais: a brasileira de extração popular e a europeia; por outro, apresenta peças do samba, da tradição oral e da música clássica. Um dos focos do artista é o equilíbrio entre o que seria o tipo de pensamento masculino - o discurso, o conceito - e o que seria o feminino - a sensibilidade, a emoção.

Segundo o artista, "o sistema em que vivemos é de tessitura masculina, daí a necessidade de levarmos em conta outra linha de tempo cultural, onde valores femininos são mais operantes - para incorporar o melhor das duas tradições".

Caravana Rumos Educação, Cultura e Arte

Aula-espetáculo com Antonio Nóbrega

Classificação indicativa: 16 anos

entrada franca


quinta 19 de maio, 20h
Teatro Apolo (282 lugares)
Rua do Apolo, 121 - Bairro do Recife - Recife - Pernambuco
ingressos distribuídos com meia hora de antecedência


19 de abril de 2011

Manuel Bandeira

Olá Crianças!
Vão aí alguns poemas do saudoso Bandeira para vocês conhecerem-no e comemorarem seu aniversário.

No dia 19 de abril de 1886, há 125 anos, nasceu um recifense que veio a se tornar um dos maiores escritores do País. Para celebrar a data e difundir sua obra, a Secretaria de Cultura promove o Mês de Manuel Bandeira; diversas ações em parceria com escolas e artistas locais no Espaço Pasárgada e em outros pontos da Região Metropolitana.


Uma série de intervenções urbanas também serão realizadas em diversos locais da região metropolitana do Recife até o dia 1° de maio. Confira:

Recital Poético
Pensando que a poesia está presente em todas as manifestações artísticas, a Coordenadoria de Literatura propõe outras ações para celebrar Bandeira. No dia do aniversário do poeta (19), a partir das 16h30, alunos de diversas escolas do Recife serão convidados para um recital poético na estátua de Manuel Bandeira, na Rua da Aurora, em que Lucila Nogueira, Valmir Jordão, Pedro Américo de Farias, Ícaro Tenório, entre outros poetas vão declamar seus poemas preferidos do aniversariante.

De Bicicleta com Bandeira
Entre os dias 26 e 29 de abril acontece o projeto "De bicicleta com Bandeira". Tomando a bicicleta como outro símbolo da infância, a proposta é levar a poesia de Manuel Bandeira através de "bicicletas de propaganda". Além dos poetas participantes do recital da estátua de Bandeira, Jomard Muniz de Britto é outro que gravará seu poema preferido e será ouvido por vários bairros da Região Metropolitana. Serão várias bicicletas circulando por bairros como Santo Antônio, São José, Santo Amaro, Várzea, Pina, Peixinhos e o centro de Ponte dos Carvalhos. "É outra provocação com respeito ao consumismo: queremos anunciar nada mais do que poesia", revela Wellington de Melo.

Bandeira nas Paradas e Beba Poesia
Entre as parcerias formadas para a celebração de Bandeira, destaca-se a formada com a Releitura - Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana. Com apoio da Secretaria de Cultura, a Releitura desenvolve no dia 25 de abril a intervenção urbana "Bandeira nas Paradas", em que mediadores voluntários da Rede realizam leituras de poemas de Bandeira, mini-contos e pequenos causos em paradas de ônibus do Recife. A Releitura lança ainda, no Espaço Pasárgada, no dia 28 de abril a partir das 19h, a exposição "Beba Poesia", com poemas visuais desenvolvidos por alunos que frequentam as bibliotecas da rede, com o apoio dos mediadores de leitura e designers do projeto. "A ideia é mostrar como a poesia é algo essencial, como a água mesmo", revela Gabriel Santana, coordenador da rede. "Em uma era de consumismo, a provocação faz pensar. É isso que devemos fomentar: a poesia como uma forma de pensar o mundo", afirma Wellington de Melo, coordenador de Literatura da Secretaria de Cultura do Estado.

Performance poético-literária
No dia 1° de maio (domingo), o Parque 13 de Maio recebe uma performance poético-literária voltada para as crianças, com o ator Adriano Cabral. "Duas marcas fortes da poesia de Bandeira são a memória e a infância. Esse será o mote dessa performance, que renovará a afetividade poética entre o querido Bandeira e as crianças e famílias que estiverem no Parque nesse dia", afirma Wellington de Melo.

Terça-feira, dia 19
16h30 - Tarde com Bandeira - Recital poético em que poetas declamam seus poemas preferidos de Manuel Bandeira para alunos de escolas do Recife. Participação dos poetas Lucila Nogueira, Valmir Jordão, Pedro Américo de Farias, Ícaro Tenório e Susana Morais.
Local: Estátua de Manuel Bandeira - Rua da Aurora, próxima ao Ginásio Pernambucano

Segunda-feira, dia 25
Bandeira nas Paradas - intervenção urbana em diversas paradas de ônibus do Recife, promovida pela Releitura - Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana.

De 26 a 29 de abril
De bicicleta com Bandeira - Poemas de Manuel Bandeira são declamados na voz de Lucila Nogueira, Valmir Jordão, Jomard Muniz de Brito, Pedro Américo de Farias, Ícaro Tenório e Susana Morais e circulam gravados em bicicletas de som por vários bairros da RMR.

Domingo, dia 1° de maio
15h - O melhor divertimento para crianças! - Performance poético-literária com o ator Adriano Cabral.
Local: Parque 13 de Maio.






14 de março de 2011

Pesquisadores alegam ter encontrado a cidade perdida de Atlântida

A lendária cidade que teria sido afundada no oceano por um tsunami 
estaria localizada na costa sul da Espanha.

Por Daniel Pavani

Um grupo de pesquisadores de diferentes nacionalidades afirma ter encontrado a localidade da cidade perdida Atlântida, a lendária cidade da antiguidade que teria sido afundada no oceano após ser atingida por um maremoto tsunami.

A equipe responsável pela possível descoberta é liderada pelo arqueólogo americano Richard Freund, da Universidade de Hartford, nos Estados Unidos. Segundo o site da universidade, os pesquisadores utilizaram fotografias aéreas, ondas penetrantes de radar e tomografia de resistividade elétrica para aferir as informações da localização do que poderia ter sido a primeira metrópole já criada pelo homem, destaca o site Engadget. Segundo eles, as ruínas do que seria Atlantis estão localizadas na costa sul da Espanha.

Atlantis, ou o continente perdido de Atlântida, como também é conhecida, foi primeiro descrita pelo grego Platão, assim como conta sua página na Wikipédia (pt.wikipedia.org/wiki/Atlântida) e seria uma civilização bastante avançada como sociedade e que se desenvolveu em uma ilha, mas que teria afundado no oceano em apenas um dia.

Os pesquisadores trabalharam durante os anos de 2009 e 2010 com as imagens e realizando levantamentos na região do sul da Espanha, próximas ao Parque Doña Ana, tendo encontrado ruínas de uma cidade que dataria de mais de 4 mil anos. Mas o que realmente deu a Freund a ideia de que as ruínas poderiam ser mesmo Atlântida foi o fato dele ter encontrado em muitos locais da Espanha cidades memoriais, construídas à imagem da cidade mítica.

Na noite deste domingo, nos Estados Unidos, o canal de TV da National Geographic apresentou um programa sobre a possível descoberta dos pesquisadores, chamado de Finding Atlantis, ou Encontrando Atlantis, em inglês. Mais informações sobre o show podem ser obtidas na página da NatGeo (goo.gl/6bJXJ).

Para quem pode estar se perguntando se isto tudo não seria apenas trabalho de oportunistas dados os acontecimentos da última sexta-feira (11) no Japão, fica o destaque que o programa da NatGeo com os pesquisadores da Universidade de Hartford foi gravado no dia 9 de março, ou seja, dois dias antes da tragédia na Ásia.

Muitas são as histórias, as lendas e as teorias envolvendo a cidade mítica Atlântida. Será esta mais uma delas?

Mais notícias em dpavani.geek.com.br.
Retirado de: Yahoo! Notícias

31 de janeiro de 2011

Como dar "um fora" inteligente

Essa é para vocês, garotas!

Retirado de Notícia Cretina

18 de outubro de 2010

Lula e o cordial "fascismo à brasileira"

Por José Arbex Jr.
Calma. Não se pretende, aqui, afirmar que Luiz Inácio Lula da Silva preside um governo fascista, nem que ele próprio simpatize com Adolf ou Benito. A coisa é bem mais complicada. Ao contrário do que sugerem as aparências, o governo Lula,  independentemente de suas intenções, acentuou, em vez de diminuir, as características fascistoides do Estado brasileiro. Vivemos a barbárie em nosso cotidiano, mas estamos contentes com o carro novo, a televisão de 42 polegadas e a última versão do iPhone. E, secretamente, até acreditamos que o futuro imediato do Brasil é brilhante. A coisa vai muito mal.

Um indício indiscutível da barbárie é dado pelas estatísticas sobre a extrema violência policial combinadas com a ação de esquadrões da morte e milícias contra as populações de jovens e trabalhadores que vivem nas favelas e periferias. Se, em outubro de 1992, o massacre de 111 presos do Carandiru causou comoção, hoje as execuções somam UM  CARANDIRU POR DIA, segundo estimativas conservadoras da ONU .( Os fatos são inegáveis: o Estado brasileiro pratica uma política de terrorismo contra os trabalhadores e jovens da cidade e do campo de maneira direta e indireta (não apenas na  forma da violência física, mas também nas medidas típicas de regimes racistas, como o uso do expediente inconstitucional do mandado de busca coletiva em favelas).


Certo, não é justo atribuir ao governo Lula o quadro geral de terrorismo de Estado. Ele é parte constitutiva da história do país – dos 400 anos de escravidão oficial à atual prática da escravidão oficiosa, passando pelos massacres de Palmares e Canudos, pelas políticas “higiênicas” do princípio do século 20, pelas ações da Gestapo varguista de Filinto Müller e pela ditadura militar de 1964 a 1985. Ok. Mas é justo afirmar que o governo Lula recuou inaceitavelmente diante dos ataques da direita fascistoide, em particular no que se refere ao Plano Nacional de Direitos Humanos 3, e principalmente nos itens relativos às investigações e punições dos responsáveis pelas torturas e assassinatos sob a ditadura. O  mesmo aparato repressivo, e não raro os mesmos assassinos e torturadores, estão por trás das mortes e execuções atuais.

Não se trata “apenas” de um problema moral, por repugnante que seja, e sim político. Lula recuou porque seu governo é de conciliação de classes. Mais precisamente, é um governo ancorado, em uma ponta, ao capital financeiro; na outra ponta, apoiado pelas classes e pelos setores sociais que, ao longo da história, foram considerados uma espécie de “lixo humano” – o “subproletaridado”, na definição do economista Paul Singer: um contingente de trabalhadores não qualificados, sem carteira profissional e de baixíssima renda que constitui a metade da população economicamente ativa.

Se houvesse uma investigação sobre os responsáveis pelos crimes da ditadura, a Justiça teria de condenar muitos dos atuais apoiadores do governo Lula, incluindo empresários que financiaram a Operação Bandeirantes, e políticos que hoje fazem parte do arco de alianças da base governista (a começar por José Sarney, presidente da Arena, o partido
da ditadura).

O jogo arquitetado por Lula, que mobiliza com eficácia as duas pontas do espectro social – o capital financeiro e o “subproletariado” –, representa algo novo na política brasileira: a abertura de uma aparente possibilidade de melhorar a distribuição de renda e ampliar a democracia, no quadro da ordem e do respeito às regras do jogo financeiro internacional. Essa caracterização é feita pelo sociólogo André Singer (porta-voz do governo Lula durante o primeiro mandato), no texto “As bases sociais do lulismo”, publicado em dezembro de 2009.

O “lulismo”, diz Singer, foi uma reação às três derrotas eleitorais sucessivas sofridas por Lula (em 1989, 1994 e 1998), quando ficou claro que nem ele nem o PT tinham o apoio do “subproletariado”. Esses setores, ao contrário do que se poderia imaginar, eram hostis ao PT, à CUT e aos movimentos grevistas, por sentirem que eles pioravam a crise econômica e, portanto, as suas próprias condições de vida (Singer demonstra meticulosamente a hipótese, por meio de estudos e pesquisas de opinião e voto feitos à época).

O próprio Lula admitia, então, que a base de apoio eleitoral do PT era constituída pelo funcionalismo público, pela classe média instruída e pelos operários qualificados (com carteira assinada). Em 1989, o “subproletariado” votou no Fernando Collor de Mello da “caça aos marajás” muito mais por desconfiar do discurso socialista de Lula e por um sentimento genérico de “vingança contra os ricos”, que Collor prometia punir. Em 1994 e 1998, foram a estabilidade do Plano Real e a ideia de “ordem” com Fernando Henrique Cardoso (sempre escorado no apoio do capital financeiro e nos preciosos serviços da mídia, em particular da Rede Globo) que seduzi- ram o “subproletariado” e uma parcela da classe média para derrotar o candidato do PT.

O “Lulinha paz e amor” da Carta aos Brasileiros de 2002 – que declarou os seus compromissos inquebrantáveis com o capital financeiro – já demonstrava o seu afastamento do programa original do PT. O seu complemento, endereçado ao  “subproletariado”, foi o Programa Fome Zero. A essência do que seria sua administração foi revelada já no discurso de posse, proferido em 1 de janeiro de 2003, no Congresso Nacional: do total de 3.824 palavras, “trabalhadores” aparece apenas três vezes. Não há no discurso um único chamado à mobilização popular, substituída pelas ideias de  “colaboração”, “generosidade do povo”, “fé no amanhã”, “alegria de viver”, “paciência”, “perseverança” etc. Os trabalhadores são encorajados a manter uma postura passiva e resignada, ao passo que as iniciativas da vida política são depositadas nas mãos dos chefes de Brasília

Retirado de Caros Amigos

1 de outubro de 2010

Laço Rosa!



Laço Rosa - Símbolo da luta contra o câncer de mama
A iniciativa surgiu na Califórnia, em 1997, e ganhou o mundo ao iluminar em cor-de-rosa monumentos famosos como a Torre de Pisa, na Itália, e o Arco do Triunfo, na França. A Campanha integra o movimento internacional Outubro Rosa, comemorado universalmente. O movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama e mamografia no mês de outubro e estimula a participação de empresas, da população e de entidades a trabalhar na prevenção e tratamento da doença. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza a luta contra o câncer de mama.

O Dia Rosa, no Brasil, está focado nas capitais como São Paulo, Brasília e Natal e foi criado para chamar a atenção das mulheres para o exame que detecta o câncer de mama (mamografia). Durante o evento monumentos importantes das cidades participantes recebem a iluminação cor-de-rosa, mantida até o final de outubro. Cada cidade tem suas madrinhas, mulheres formadoras de opinião, que organizam e promovem o evento junto à empresas e entidades sem fim lucrativo. Inês Carvalho (BA), Ana Paula da Silva (SC), Fátima Salton (SP), Lu Alckmin (SP), Alice Carta (SP), Mônica Neuding (SP) são exemplos de madrinhas. O intuito é fazer a mulherada eleger seu próprio Dia Rosa no ano, já que o exame deve ser anual. Se todas as mulheres, em especial as com mais de 40 anos, fizerem o exame regularmente, o prognóstico desse tipo de câncer pode mudar.

A campanha começou em Natal (RN) em 9 de setembro e já acontece em outras cidades, como Brasília e Curitiba. São Paulo, Rio de Janeiro. Outras também deverão farão parte.O evento conta com palestras e debates que ajudam a esclarecer a população sobre o assunto.

29 de setembro de 2010

Eleições 2010

6 fatos que você precisa saber sobre os candidatos a presidente


E a Ética?

Por Maria Gomes
COLABORAÇÃO PARA A SUPERINTERESSANTE

A 9 dias das eleições e depois de quase dois meses de propaganda eleitoral quase todo dia na TV e no rádio, será que você conhece mesmo os candidatos que disputam a Presidência? Veja abaixo seis coisas que você precisa saber sobre eles.

1 – Os genéricos que não são de Serra

Apesar de pregar na campanha eleitoral seu papel como ministro da Saúde responsável pelos medicamentos genéricos no país, a iniciativa sobre este tipo de remédio ocorreu na gestão de Jamil Haddad, em 1993. O governo de Fernando Henrique Cardoso apenas editou uma lei com propósitos semelhantes ao decreto que já estava em vigor. Da mesma maneira, não foi Serra quem criou o programa nacional de combate à Aids, como ele dá a entender. Ele mesmo já admitiu que apenas adotou a política: “”Eu toquei o programa da Aids para acontecer na prática, mas não foi ideia minha.”




2 – O passado de Dilma

Dilma Rousseff integrava o Colina (Comando de Libertação Nacional) quando a organização de esquerda se uniu ao grupo de Carlos Lamarca para criar a VAR-Palmares em 1969. Favorável a ações armadas contra a ditadura militar, a nova organização durou cerca de quatro meses. Mas foi por ela que Dilma foi enviada para um treinamento militar no Uruguai, como a candidata revelou no início do ano, após negar o fato diversas vezes.


Segundo a presidenciável, ela nunca teve boa pontaria, mas era boa limpadora de armas. Dilma nega, porém, ter participado de qualquer ação de fato armada no Brasil.



3 – Vida no seringal de Marina

Dos candidatos a presidente, Marina é a que tem aparência mais frágil. Até hoje ela sofre das consequências dos tratamentos que passou contra três hepatites, leishmaniose e cinco malárias (!), doenças contraídas quando vivia no seringal Bagaço, no Acre. É a candidata que tem origem mais pobre e foi alfabetizada apenas aos 17 anos, tendo trabalhado como empregada doméstica. Hoje anda entre os ricos: seu candidato a vice-presidente é Guilherme Leal, um dos fundadores da Natura e que tem patrimônio declarado de R$ 1,19 bilhão.



4 – O patrimônio de Plínio


O candidato do PSOL tem feito o papel do provocador nos debates eleitorais. Ele diz que os três candidatos que estão na frente na disputa são todos iguais e que é ele quem vai lutar contra o capitalismo e acabar com a dependência do Brasil de países desenvolvidos. No entanto, o socialista declarou à Justiça Eleitoral ter R$ 1,7 milhão em aplicações financeiras e cerca de R$ 45 mil em uma conta nos Estados Unidos.



5 – Dilma tem experiência administrativa


Por nunca ter enfrentado uma eleição, Dilma às vezes é questionada sobre sua experiência administrativa. A petista, porém, pode nunca ter sido prefeita ou governadora, mas passou por cargos importantes desde a década de 80, quando foi nomeada secretária da Fazenda de Porto Alegre (RS). Também já foi secretária de Minas, Energia e Comunicações do Estado, ministra de Minas e Energia e chefe da Casa Civil do governo Lula.




6 – As vitórias de Serra

O candidato tucano está em sua nona disputa eleitoral. Serra se aproximou da política quando ainda estava na universidade e se tornou líder estudantil, chegando a presidir a UNE. De lá para cá, já disputou cargo de deputado, senador, prefeito, governador e presidente. Foi derrotado três vezes (duas na disputa pela Prefeitura de São Paulo e uma pela Presidência) e venceu cinco.


Retirado de Superinteressante